quinta-feira, 31 de maio de 2012

Gol da VW faz aniversário e comemora 32 anos de estrada

Gol - Cinco gerações, 25 anos de liderança e e 32 anos de vida
Gol - Cinco gerações, (que na minha opinião seriam 6) 25 anos de liderança e e 32 anos de vida
Impossível não falar do Gol da Volkswagen no Brasil quando se comenta sobrea  história da indústria automobilística. Mas impossível não ficar surpreso com o sucesso alcançado pelo modelo. Com 25 anos de liderança, 32 anos de vida  e um currículo invejável, será que o Gol tem fôlego para mais quantos anos?
Pelo menos até 2011 ele foi o líder absoluto em vendas, e tem a honra de se tornar o  veículo de maior sucesso comercial no País. Projetado e desenvolvido no Brasil, o Gol completa 32 anos em 2012 com 5.828.000 unidades vendidas somente no mercado nacional.
“O Gol faz parte da vida de milhares de brasileiros, que fizeram desse modelo o maior sucesso da história do automóvel no Brasil. O Gol sempre foi guiado pela qualidade, pela inovação e pela proximidade com seus consumidores, o que proporcionou ao carro o título de ‘preferido’ pelos brasileiros”, afirma Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil.
A façanha é ainda maior quando se lembra que o GOl passou o Fusca em número de vendas. O Fusca, primeiro carro produzido pela marca no Brasil, foi líder por 24 anos consecutivos.
Em 2011, o Gol também foi responsável por outra importante realização da indústria nacional: chegou à marca de 1 milhão de unidades exportadas, reforçando-se como o veículo fabricado no País mais vendido no exterior. Em sua trajetória no mercado externo, o Gol já foi comercializado em 66 países, sendo que os principais mercados externos do modelo, atualmente, são o México e a Argentina.
Um pouco da história do Gol

Gol BX a ar ou o carro batedeira
Lançado em 1980,é considerado um dos maiores sucessos da Volkswagen do Brasil de todos os tempos. É também o primeiro e único carro brasileiro a ultrapassar a marca de 5 milhões de unidades produzidas até hoje, tornando-se, em fevereiro de 2009, o primeiro e único a superar o Fusca em vendas. Pioneiro a tornar-se modelo de entrada da marca Volkswagen em mercados internacionais, e é o modelo mais exportado da história do Brasil, com mais de 1 milhão de unidades vendidas para mais de 50 países.
Estreou com motor carburado de corpo simples e arrefecido a ar, herdado do Fusca, um 1300, que lhe rendeu o apelido de “batedeira” ou “chaleira” devido ao barulho característico proveniente do motor, com a opção da utilização de gasolina ou álcool como combustível. Era disponível em duas versões: Básica e L. A Plataforma era uma variação da plataforma B1, do primeiro Passat, com motor e câmbio longitudinais.
Procurando um(a)Volkswagen Gol CL 1987
Em 1987, ocorre a primeira reestilização da primeira geração. O Gol ganha frente levemente mais baixa com capô redesenhado, novos faróis, grade, pára-choques envolventes, novas lanternas dianteiras e traseiras, essas agora com alojamentos para 6 lâmpadas em cada lado, embora o Gol GTS (e futuramente o GTi) viesse com 5 lâmpadas em cada lado e as demais versões com apenas 3 lâmpadas em cada lado. O Gol GT é substituído pelo Gol GTS com alterações no 1.8, que passou a ter somente o álcool como opção, pois o modelo a gasolina deixava muito a desejar em questão de desempenho para um carro “dito esportivo”. Interessante o fato de a Volkswagen insistir que o Gol GTS tivesse apenas 99cv de potência apesar de estimativas indicarem que ele tivesse entre 105cv e 109cv.
Se a Volkswagen admitisse a maior potência, o carro seria taxado com maior imposto, daí o fato de o motor ter a potência nominal tão baixa. O GTS é o primeiro Gol a vir com aerofólio de fábrica. Muda também a nomenclatura das demais versões: a S vira CL, e a LS vira GL. Em virtude do empréstimo compulsório estabelecido pelo governo para conter a alta do consumo decorrente do congelamento de preços imposto pelo Plano Cruzado, surge uma versão C, ainda mais básica que a CL, com câmbio de 4 marchas e apenas na cor branca e a álcool, destinada a frotas e órgãos governamentais, que durou apenas até o início de 1988.

A segunda geração, conhecido como Projeto AB9 (baseada na B2, do Santana), que trazia uma carroceria totalmente nova, moderna que apresentou linhas mais arredondadas em relação à versão anterior, assim ganhando do público o apelido de “Gol Bola” no Brasil. Apesar da Volkswagen apresentar um projeto de carroceria novo, a plataforma era basicamente a mesma adotada em sua primeira geração, ajudando a manter soluções praticamente idênticas no que diz respeito a suspensão, motorização e freios. [6]
Foi lançado nas versões 1000i, 1000i Plus além das CL, GL e GTI (agora com “I” maíúsculo), nas versões de motorização 1 litro, 1,6, 1,8 (opcionalmente no modelo CL) e 2,0 litros, respectivamente. O Gol de geração anterior, ou o “quadrado”, também fazia parte da família e não saiu de linha, se mantendo como carro de entrada da marca. A única opção da carroceria tinha motor 1.0. A versão Furgão deixa de ser produzida.

Com profundas mudanças estéticas, a primeira reestilização do Gol recebeu o nome comercial de Geração III  começou a ser vendido em 1999 como modelo 2000. Mudanças visuais foram feitas em sua dianteira, traseira e interior, além de um novo jogo de rodas e calotas. No mais, a estrutura básica do veículo continuou a mesma, continuando a ser um Gol Geração II. [6]
Foi lançado nas versões duas e quatro portas e foi abolida as nomenclaturas como CL, GL, etc, e optou-se pelo lançamento de pacotes de opcionais (Básico, Luxo, Conforto e Estilo) encontrados em qualquer motorização. Logo, poderia-se encontrar um modelo 1.0 8V mais equipado do que uma versão 1.8, por exemplo.[6]
As versões de motorização disponíveis eram a anémica 1.0 com 8 válvulas, ou 16 válvulas, 1.6 a gasolina e posteriormente, 1.6 a álcool, 1.8 e 2.0 8 ou 16 válvulas.

Chamado comercialmente de “Geração 4″, o Gol (ainda da segunda geração) sofre novas alterações (face lift): novas dianteira e traseiras, novo painel (seguindo a tendência dos automóveis “de entrada” da marca), acabamento interno e suspensão mais elevada. Disponíveis nas versões City, Plus, Power.Mas diga-se de passagem uma das piores reestilizações que a VW fez.
Em setembro e outubro de 2006 o seu principal concorrente Fiat Palio passou em números de vendas, contudo o Gol fechou o ano como o carro mais vendido do país. Em agosto de 2007, novamente o Palio volta a passar o VW Gol. A Volkswagen continua a deixar a desejar no quesito acabamento e conforto mesmo com as alterações na nova linha do Gol “G4″ / 2008, onde o carro teve pequenas mudanças na suspensão e no motor passando de 71cv a 75cv. Desde seu lançamento a estabilidade de sua suspensão é muito elogiada.
Gol geração 5 - Quinta Geração do Gol
O Novo Gol foi lançado no dia 29 de junho de 2008 e é confundido com o Gol G3 (que já foi lançado). O modelo do Novo Gol teve suas características externas e internas renovadas, e por isso é considerado a 5ª geração do Gol totalmente renovada em relação a 4ª. Esse carro é equipado com motor transversal EA111 em duas opções bicombustível 1.0 e 1.6.
Inicialmente está disponível apenas com quatro portas, convivendo com o modelo antigo em duas portas, e com sete opções de cores: dois tons de cinza, dois de vermelho, preto, branco e prata. A suspensão traseira é igual à da série Gol, a dianteira é mais resistente à torções, a coluna de direção é nova e o câmbio, o mesmo do Fox (com relação do diferencial alongada).Como novidade, além de compartilha plataforma com Polo e Fox, entre os opcionais estão o air-bag e freios ABS. O Novo Gol é vendido a partir de R$28.890.
Em 2009, o Novo Gol ganhou uma versão automatizada vendida no nome I-Motion, que inicialmente lançada no Polo, sendo logo em seguida chegou ao Gol e Voyage. O I-Motion foi criado para competir com o câmbio automatizado da Fiat, o Dualogic, que está presente em todos os carros da marca (com exceção as versões Fire, o novo Uno, Uno Furgão, Siena EL e a linha T-Jet).

Flagrantes de como ficará o novo Cerato 2013 ou Kia K3 que será apresentado no Salão de Guangzhou


novo kia k3 ou novo cerato 2013 com imagens renderizadas de como seria o modelonovo kia k3 ou novo cerato em testes na china foto lateral

Lotus Racing cria versão de corrida para o modelo Evora, o modelo GTC com 456 cv


lotus evora gtc carro de corrida da marcaLotus evora gtc produzido para a equipe  McMahon Raceworks
Dirigir um Lotus é para poucos. Talvez o mais ilustre piloto da marca tenha sido Ayrton Senna, que completaria 52 anos no último 21 de março. Mas desta vez o asunto não seria Fórmula 1, mas os lançamentos do automobilismo.
Fazia um tempinho que não publicávamos nada da marca e porque não algo inusitado desta vez. A equipe da Lotus Racing pegou um dos modelos da Lotus, o Evora e o transformou em um belo carro de competição, denominado Evora GTC e de certa forma pode-se dizer que ele é  uma evolução do GT4 Enduro.
O carro de competição se utiliza de componentes em fibra de carbono para redução de peso, além de diversas modificações mecânicas e estruturais.
O Evora GTC utiliza fibra de carbono nas portas, no teto e também no capô. As janelas são de acrílico para redução de peso adicional e graças a estas modificações o peso se mantém entre 1.130-1.140 kg, o que significa redução de 30 kg em relação ao Enduro.
lotus-evora-gtc lançamento do carro de corrida
Além da redução de peso, o modelo foi equipado com rodas e pneus mais largos, freios ABS da BOSCH e controle de tração.
A energia é fornecida pelo motor V6 4.0 litros de 456 cv de potência e 46,9 Kgf/m de torque máximo que está acoplado a uma transmissão XTRAC de seis velocidades seqüencial com paddle-shifts.
O primeiro carro foi adquirido por McMahon Raceworks e irá competir na Grand-Am Rolex Sports Car Series americana. O modelo também estará apto a correr no British GT Championship, na VdeV Series e CREVENTIC Endurance Races.
Resta saber se o sucesso da criação vai ser transferido para as pistas, será?
lotus evora gtc carro de corrida da marca sendo preparado

Crossover Durango da Chrysler poderá ser mais modelo que chega ao Brasil nos próximos meses


dodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breveDodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breve detalhes da traseira
Segundo apurado em alguns blogs da área como o MotorDream, as investidas no país da Chrysler após ter sido adquirida pela Fiat parecem que devem começar a gerar novos frutos em menos tempo do que se imagina.
Com a boa receptividade da Journey e as mudanças no modelo Jeep Grand Cherokee em solo nacional, a bola da vez será o novo Durango, um SUV que será rebatizado de Crossover no mercado nacional, poderá ser visto em breve no Salão do Automóvel de São Paulo 2012 em outubro.
Dodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breve detalhes da frente
Vale lembrar que a marca trouze a poucas semanas no novo 300C, sedã de luxo e que mesmo com altos valores deve emplacar unidades para os endinheirados.
Inclusive segundo entrevista do diretor da empresa no Brasil, Sérgio Ferreira, suas vendas podem até começar antes, no mês de Agosto. Mas em se tratando de importados, toda cautela é bem vinda.
Dodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breve detalhes do interior
O modelo original é fabricado atualmente na cidade de Detroit e deverá custar um pouco menos do que a Grand Cherokee, evidenciando que a avidez da marca por lucros, desta vez será um pouco menor.
Sua motorização chama a atenção e ele deverá usar um motor de 3.6 v6 Pentastar que chega a impressionantes 283 cv, o mesmo do Journey, além de câmbio automático de 5 marchas ( uma pena, pois um modelo com ele poderia ter até 8 fácil, fácil)
Dodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breve detalhes do motor pentastar
Um dos possíveis indícios de que ele pode fazer sucesso é o fato de sua derivação da da picape Dakota, bem conhecida do público por aqui e que fez sucesso no final da década de  90.
Mas as novidades não devem parar por aí, a Chrysler deve trazer outros modelos como o sedã Dodge Dart, sucesso de vendas nos EUA e o  Chrysler 200 , a variação a diesel do Cherokee.
Dodge durango que poderá ser vendida no Brasil em breve detalhes de um modelo 2011 vendido nos EUA

Renault começa a vender o modelo “tunado de fábrica” Twingo RS Redbull Racing RB7 na Europa


Twingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europaTwingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europa detalhes do painel
Imagine um Twingo tunado de fábrica. A Renault apresentou esta semana como será oficialmente os detalhes e imagens do novo Twingo  RS 2013. O lançamento do modelo faz parte de uma série de limitada que comemora o bicampeonato da montadora na Fórmula 1 com a Red Bull no ano passado.
Mas mesmo Carlos Goshn, presidente da Montadora sendo brasileiro, esqueça de ver o twingo por aqui. Nem na versão simples, nem na tunada. A venda será feita exclusivamente na Europa.
Twingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europa detalhes geral
A montadora se esmerou nos detalhes e compôs um ar de carro de corrida ao twingo que o deixou parecido com os Stock Cars. Chama a atenção a faixa de teto quadriculada que simula a bandeirada final de um grande prêmio. O para-choque dianteiro leva uma peça aerodinâmica inspirada na F1 e a traseira ganha traços esportivos com para-lamas maiores, aerofólio e difusor.
Twingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europa detalhes internos e do selo comemorativo
Digna de um fórmula 1 , a estabilidade é garantida pelos 4 mm de rebaixamento do chassi em relação ao modelo “Sport” e pela “dureza” dos amortecedores, aumentada em 10%.
O Twingo RS  está disponível na cor Preto Nacarado com alguns itens em Amarelo Sirius em detalhes do para-choque, nos espelhos retrovisores e no aerofólio. Nas portas, adesivos da Red Bull, afinal a marca não poderia ficar de fora desta edição comemorativa.
Twingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europa detalhes da lateral
Porém a motorização não chegou a ficar tão tunada assim, já que o modelo deve utilizar  motor 1.6 de 133 cavalos disponíveis a 6.750 rpm e torque de 16 kgfm a 4.400 rpm. Com isso o modelo ficou digamos, econômico e não apresenta altos gastos de combustível, fazendo 15 km/l em ciclo misto.
A Renault bem que poderia considerar vender o Twingo em solo nacional, afinal carros como o UP da VW devem chegar em breve. Seria até uma alteranativa como carro de combate a um Ford ka , por exemplo.
Twingo RS Redbull Racing RB7 modelo 2013 vendido na europa detalhes da lateral 2

Fiat se une a Mazda para produzir carros esportivos e coupés e deve envolver também a Alfa Romeo

Mazda MX 5 da próxima geração parecido com o relâmpago mcqueen
Após 4 anos de quedas consecutivos em seu faturamento e consequente prejuízo, as coisas parecem que podem voltar a se clarear para o lado da montadora japonesa Mazda. Essas perdas devem-se muito pelo fato da marca produzir seus veículos no Japão e 80% serem exportados. Como a moeda local está muito valorizada existiu uma tendência de queda das vendas.
Esta semana porém houve um movimento no sentido de iniciar um acordo de cooperação industrial com a Fiat para  produzir novos veículos esportivos. Mas não pense que somente a marca Japonesa é que sai ganhando.
A Fiat pretende produzir modelos de 2 lugares usando a plataforma da próxima geração do modelo MX-5 em carros da marca Alfa Romeo.  Esta união porém seria sem o envolvimento de capital e prevê transferência de tecnologia e troca de uso de plataformas apenas.
Alfa Romeo 8C Competizione conceito - modelos da marca podem ser beneficados a partir de 2015
Alfa Romeo 8C Competizione conceito - modelos da marca podem ser beneficados a partir de 2015
Segundo palavras do presidente da Fiat, Sérgio Marchionne, ele afirma: “O acordo demonstra claramente nosso empenho em relação à Alfa Romeo e nossa determinação em torná-la uma marca global. Pela parceria com a Mazda, vamos colaborar com um líder absoluto no que se refere a plataformas de modelos compactos de tração traseira”.
As palavras do presidente são endereçadas aos proprietários de carros da Alfa Romeo que preferem modelos de tração traseira, ou seja, esta ação deve facilitar e muito a produção de modelos com esta característica. Se tudo der certo em meados de setembro o acordo deve efetivamente começar.
Alfa Romeo Giulia 2012 projecao de como será o modelo
Mesmo top de design a tração dianteira do Alfa Romeo Giulia 2012 ainda incomoda clientes
Tanto Mazda quanto Fiat descartam a possibilidade de aliança acionária. As companhias, contudo, discutirão mais possibilidades de cooperar na Europa, segundo o comunicado. Os carros resultantes da parceria serão equipados com os respectivos motores e construídos na fábrica da Mazda em Hiroshima. O início da produção dos novos modelos da  Alfa Romeo estaria programado para 2015.
Mazda MX 5 2013

Fotos da BMW Série 6 640 Grand Coupé que estréia no mercado europeu nas próximas semanas

BMW Série 6 gran Coupe 640d 2013 modelo prata foto 9
Mostrada no último Salão de Genebra 2012 a BMW Série 6 Grand Coupé já roda no mercado europeu. Mas o que ela traz de tão especial ? Separamos abaixo alguns motivos para você se interessar pelo lançamento da BMW e porque não curtir fotos atraentes do modelo.
No longínquo ano de 2007, um modelo chamado Concept CS ( foto abaixo) deu o ar da graça no Salão de Xangai que sugeria um modelo de formas alongadas, baixo sutilmente musculoso e encharcado com conveniência, este talvez tenha sido o mote para que a montadora BMW resolvesse finalmente colocar no mercado um carro para concorrer de vez com Porsche Panamera e Audi A7 e Mercedes CLS .
BMW CS Concept 2007 exposta no salão de xangai
O Gran Coupé atual tem características únicas mas um preço um pouco acima dos concorrentes, na faixa de U$ 77.000 fora do Brasil é claro.

Novo super esportivo da Renault, o Alpine A110-50C feito em homenagem ao modelo da década de 60 e 70 da marca

Novo Renault Alpine A110-50C super esportivo com motor V6 de 400cv fotos da traseira
Quem esperava que o modelo conceito Dezir em 2010 fosse apenas uma promessa futura da Renault, verá que a marca não perdeu tempo. O modelo em questão é um  novo Renault Alpine A110-50C , uma homenagem ao lendário Alpine A110, mais conhecido como Berlinette, um clássico das décadas de 60 e 70. Mas aí está, agora oficialmente, o esportivo que não dos deixa calar.
Novo Renault Alpine A110-50C super esportivo com motor V6 de 400cv foto detalhes 3
Além do modelo montado sobre o conceito Dezir ele o chassi tubular do Renault Mégane Trophy – inclusive com a mesma distância entre-eixos de 2,62 m – Possui ainda difusores e asa traseira ajustável, além de diversas tomadas de ar, ou seja preparado para andar forte é pouco.

Volkswagen comemora 30 anos do Scirocco com nova versão GTS

Para celebrar os trinta anos desde que o primeiro Scirocco foi fabricado, a Volkswagen acaba de revelar série comemorativa de aniversário do carro. Chamado de Scirocco GTS, o modelo possui o mesmo motor 2.0 de 210 cavalos do restante da linha. A estreia do modelo no Salão de Leipzig, na Alemanha, que ocorre de 2 a 10 de junho.
Volkswagen Scirocco GTS (Foto: Divulgação)
Volkswagen Scirocco GTS
As principais diferenças da esdição especial está no visual, que ganhou duas faixas na pintura, inspiradas nas cores das décadas de 1970 e 1980. Com misto de preto e vermelho, os detalhes começam no capô e vão até o final da tampa do porta-malas. A esportividade continua com a adoção de saias laterais maiores e espelhos retrovisores vermelhas.
A mesma cor foi utilizada na pinça de freio e as rodas são de 18 polegadas. O interior é resvetido de couro preto com detalhes da costura vermelhos. Para completar, a alavanca de câmbio recebeu visual clássico para efetuar as trocas das 6 marchas manualmente. Volkswagen Scirocco GTS unveiled at AMI LeipzigVolkswagen Scirocco GTS 30.05.2012

Topo da gama Peugeot, 508 chega por R$ 119.990

A Peugeot apresenta nesta quinta-feira (31) em Campos do Jordão (SP) o 508, modelo inserido na categoria dos sedãs grandes, que segundo a marca francesa cresceu 50% em 2011 – e na qual a montadora deixou de atuar desde 2009, quando o 407 se aposentou. Disponível em versão única, a novidade (lançada mundialmente em 2011) chega agora ao mercado nacional por R$ 119.990.
Novo Peugeot 508 (Foto: Divulgação)
Novo Peugeot 508 (Foto: Divulgação)
Por aqui, seus principais concorrentes serão Volkswagen Passat, Kia Cadenza e Hyundia Azera – e, deseja a Peugeot, BMW 320 e Mercedes-Benz Classe C 180.
Enquanto os antecessores dependiam de motores V6, o 508 usa um propulsor 1.6 turbo, de 165 cavalos e 24,5 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis velocidades – conjunto já encontrado nos outros importados da marca, como o cupê RCZ e o crossover 3008; no Citroën DS3, na gama Mini e no novo Série 1, da BMW, sua parceira na confeccção deste motor.
Peugeot 508 (Foto: Divulgação)
Peugeot 508 usa motor 1.6 turbo (Foto: Divulgação)
Os equipamentos que justificam seu preço – e o parelham ou o diferenciam dos concorrentes, em alguns casos – são o head up display (que projeta informações no para-brisa), park assist (auxiliador em manobras), ar-condicionado de quatro zonas, GPS, freio de estacionamento elétrico, assistente de arranque em rampa e uma boa dose de segurança, garantida por seis airbags e ABS com assitência em frenagem de urgência (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (RED) – além do controle de estabilidade, básico nessa faixa de preço.

Importado da França, o 508 só chega ao Brasil em branco, preto, prata e cinza escuro. O G1 participa de um test drive do modelo e traz na sequencia as primeiras impressões.
Peugeot 508 (Foto: Divulgação)
Peugeot 508 está disponível em versão única (Foto: Divulgação)
Fonte G1

quarta-feira, 30 de maio de 2012

DoniRosset é nova tentativa de criar marca nacional de esportivos

Dividido entre o discurso de presentear o próprio pai e a intenção de torná-lo um carro comercializável, o empresário William Denis Rosset apresentou nesta segunda-feira (28) o superesportivo brasileiro DoniRosset – nome inspirado, justamente, no do pai, Donino.
1007 cavalos
Com a ideia definida em agosto de 2007, Rosset entregou o projeto ao designer Fernando Morita (ex-Volkswagen), dono da Amoritz GT, empresa especializada em desenho automotivo. Quatro anos mais tarde, o DoniRosset estava pronto. Ou quase: o protótipo funcional rodará só daqui a quatro meses.
Caso seja produzido, DoniRosset custará cerca de R$ 2 milhões (Foto: Divulgação)
Caso seja produzido, DoniRosset custará cerca de R$ 2 milhões
O DoniRosset é equipado com um motor 8.4 litros V10, emprestado do Dodge Viper, de 1.007 cavalos – potência alcançada com o uso de dois turbos e etanol como combustível. Sua produção, no entanto, não está confirmada: “Cumpri minha missão. Queria presentear meu pai e aí está o carro. Produzi-lo é outro passo. Agora estou procurando uma cidade serrana, com clima europeu, para montar um ateliê. Quero que a fábrica seja um ponto turístico, onde as pessoas observem a criação de uma obra de arte”, sonha Rosset. “Isso definido, vamos atrás de investidores”, afirma o empresário, que diz ter ao menos cinco encomendas.
DoniRosset leva motor de Dodge Viper, com 1.007 cavalos e movido a etanol (Foto: Divulgação)
DoniRosset leva motor de Dodge Viper, com 1.007 cavalos e movido a etanol Caso venha a ser produzido, o superesportivo custará cerca de R$ 2 milhões, segundo as estimativas dos idealizadores. Será possível personalizá-lo, com cores distintas e bancos diferenciados. Tudo, no entanto, terá que passar pelo crivo da Amoritz GT, avisa Rosset. Para ele, o público comprador do modelo será formado por milionários que já possuem suas Ferraris, Lamborghinis e Porsches, e agora querem um modelo exclusivo, que não “exteriorize sua riqueza”. Rosset também não soube informar o tempo de entrega do carro, caso seja fabricado.
DoniRosset foi projetado pela Amoritz GT (Foto: Divulgação)
DoniRosset foi projetado pela Amoritz GT
DoniRosset x Vorax
Fala-se do DoniRosset desde novembro de 2010, quando a Amoritz GT, empresa responsável pelo design e construção do modelo, revelou seus primeiros esboços. À época, outro superesportivo brasileiro fora uma das estrelas do Salão do Automóvel de São Paulo: o Rossin-Bertin Vorax, fruto da parceria do empresário Natalino Bertin Júnior e o designer Fharys Rossin (ex-General Motors).
Motorista vai em posição central no DoniRosset (Foto: Divulgação)
Motorista vai em posição central no DoniRosset
Com motor emprestado da BMW – um 5.0 litros V10 de 570 cavalos, podendo chegar a 750 cv quando sobrealimentado – o Vorax tinha preço estimado de R$ 700 mil, ou R$ 1,4 milhão na versão conversível. Com 19 encomendas (inclusive internacionais, segundo seus idealizadores) e testes avançados junto à EuroNCAP (entidade europeia que avalia o índice de segurança dos carros), o superesportivo parecia que, enfim, seria uma bem-sucedida investida numa marca genuinamente brasileira.
Vorax (Foto: Raul Zito/ G1)
Rossin-Bertin Vorax no Salão do Automóvel de São Paulo em 2010
No entanto, as notícias sobre o progresso do carro – assim como o seus idealizadores – foram sumindo: ex-dono da importadora Platinuss, focada em carros exclusivos, Natalino Bertin Júnior desistiu do ramo automotivo.
Questionado sobre os exemplos não muito bem-sucedidos dos esportivos de marcas nacionais, Rosset se defende com o desejo de presentear o pai: “Não temos o compromisso de vender o carro. Se isso acontecer, ótimo. Senão, minha missão está cumprida”.

Fiat lança Punto Abarth Supersport na Itália

A Fiat apresentou nesta terça-feira (29) a versão Supersport do Punto Abarth. Disponível a princípio somente no mercado europeu, o hatch esportivo deve se espalhar pela Europa nos próximos meses. Com apenas 199 unidades produzidas, custará € 21,9 mil (aproximadamente R$ 54,2 mil.
Fiat Punto Abarth Supersports (Foto: Divulgação)
Fiat Punto Abarth Supersports (Foto: Divulgação)
Seu motor é o 1.4i Turbo MultiAir, de 180 cavalos, acoplado a um câmbio manual de seis marchas – dupla que o leva aos 216 km/h de velocidade máxima, com aceleração aos 100 km/h em 7,5 segundos. O diferencial está no pacote de equipamentos, mas incrementado, e no visual, que leva novas faixas decorativas e rodas inéditas.
Fiat Punto Abarth Supersports (Foto: Divulgação)
Fiat Punto Abarth Supersports

terça-feira, 29 de maio de 2012

Honda lança nova CRF 450R com mudanças importantes

Com alterações importantes em seu conjunto, a nova CRF 450R foi apresentada nesta terça-feira (29) pela Honda, no exterior, restando pouco do modelo anterior. A previsão é que a novidade chegue aos Estados Unidos e Europa em setembro. O moto, que é topo de linha da marca dentre as motos destinadas à prática do motocross, recebeu novos chassi e suspensões, além de ajustes no motor. As mudanças trouxeram novo visual para a moto, que ganhou novas carenagens e duplo escape.
Honda CRF 450R (Foto: Divulgação)
Honda CRF 450R (Foto: Divulgação)
O sistema substitui a saída simples e, segundo a fabricante, também contribui para melhor distribuição do peso e consequente melhor dirigibilidade da motocicleta. Outro item que influi diretamente nisto é o chassi de alumínio. A suspensão dianteira ganhou garfo da marca Kayaba, que é mais leve, enquanto a traseira passa a conta com monochoque Pro-link.
Honda CRF 450R (Foto: Divulgação)
Honda CRF 450R (Foto: Divulgação)
De acordo com a Honda, as mudanças no motor o deixaram com melhor refrigeração, além de receber aumento em sua compressão e novo ajuste no mapa da injeção eletrônica.
Fonte G1

Comparativo: Dafra Riva 150 x Honda CG 125 Fan x Yamaha YBR 125

Apesar de ser o nicho com maior fatia no mercado brasileiro, as motos de 125/150 cm³ representam 76% das vendas e produção do setor, informa a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo), o segmento fica em sua maior parte nas mãos de Honda e Yamaha. As duas japonesas são responsáveis por 97% das vendas nesta faixa de cilindrada e a vantagem da Honda é grande, com 89%, enquanto a Yamaha possui 8%, restando apenas 3% para as outras marcas. Para mexer com o setor das utilitárias, a Dafra trouxe ao Brasil a Riva 150, vendida no país desde o início do ano.
Honda CG 125 Fan enfrenta Dafra Riva 150 e Yamaha YBR 125 Factor (Foto: Caio Kenji / G1)
Honda CG 125 Fan enfrenta Dafra Riva 150 e Yamaha YBR 125 Factor (Foto: Caio Kenji / G1)
Além de ser completa e com visual mais moderno, o modelo produzido na China em parceria com a Haojue – marca que possui joint-venture com a Suzuki no país asiático – tem preço atraente: R$ 4.990.
Neste comparativo, a Riva enfrenta Yamaha YBR 125 Factor K (R$ 5.830) e Honda CG Fan 125 KS (R$ 5.280), moto que ocupa o posto de mais vendida no Brasil, com cerca de 30.000 unidades mensais. Além desses modelos, a própria Dafra tem outras opções na categoria das utilitárias, que são Speed 150 (R$ 4.490) e Apache 150 (R$ 5.990). A Suzuki possui duas motos na categoria, a Yes 125 (R$ 5.890) e GSR 150i (R$ 6.829), e a Kasinski é representada por Comet 150 (R$ 5.390). A Honda ainda tem CG 150 Fan e CG 150 Titan, ambos modelos mais top da categoria e que já possuem preços muito mais altos - a partir de R$ 6.380
Honda, Dafra e Yamaha (Foto: Caio Kenji / G1)
Honda, Dafra e Yamaha (Foto: Caio Kenji / G1)
Equipadas com injeção eletrônica e sistema flex de combustível, as 150 da Honda se encontram um patamar acima. Assim, a briga fica entre os modelos carburados e os principais do momento são: CG 125 Fan, YBR Factor 125 e Riva 150.
Mais bonitinhaBasta olhar e, mesmo quem não é perito em motos, logo dirá que a Riva possui o visual mais atual. Enquanto CG e YBR mantém a clássica cara de utilitária, o projeto recém-criado da Haojue mostra que as coisas mudaram. Seguindo a tendência da Titan 150, a Riva possui carenagens que envolvem o farol dianteiro e uma pequena bolha sobre o mesmo. As diferenças seguem com pequenas carenagens que envolvem o tanque – a YBR também faz uso do advento – e spoiler na parte inferior do chassi.

Com estas características, a Riva parece estar uma geração à frente de suas concorrentes. Ao passo que YBR e CG passam a impressão de terem parado no tempo. A atualização realizada pela Yamaha em 2008 gerou sobrevida ao conjunto, mas já carece de mais novidades. O mesmo vale para a CG, que mantém seu visual clássico e passou por face-lift em 2008.
Traseira da Riva é a mais moderna (Foto: Caio Kenji / G1)
CG, YBR e Riva. A traseira da Dafra é a mais moderna (Foto: Caio Kenji / G1)
Piscas, retrovisores e painel também mostram a juventude da Riva. Seu mostrador é misto de analógico e digital, enquanto YBR e CG utilizam modelos totalmente analógicos, com os tradicionais mostradores redondos. A CG nem mostrador de combustível possui.

Conquistando pelo pacote
Para atrair os consumidores, a Riva chega com apenas uma versão e pacote completo para a categoria. A moto possui partida elétrica, lampejador de farol, freio a disco na dianteira e rodas de liga-leve. Em comparação, as versões básicas de CG e YBR avaliadas são bem simples, ambas com rodas raiadas e com partida elétrica – este dispositivo é muito importante, principalmente em dias frios, quando as motos têm mais dificuldades em pegar. A Yamaha ainda tem lampejador e corta-corrente, item não presente na Riva.

Contudo, para aumentar os acessórios em CG e YBR o consumidor terá de desembolsar mais, e a YBR ED completa custa R$ 6.920, enquanto a Fan sai por R$ 5.780, e continua sem rodas de liga-leve, sem lampejador e corta-corrente. Contudo, a versão ED da Yamaha já passa a competir com a CG Titan por seu preço e performance.
Dafra Riva tem oocnjunto mais completo (Foto: Caio Kenji / G1)
Dafra Riva tem oocnjunto mais completo (Foto: Caio Kenji / G1)
Disputa parelha
Se colocar no papel os atributos da Riva, comparando seus acessórios e preço, as vantagens da moto chinesa são latentes. A grande questão ficou por conta de seu comportamento em movimento.
Durante o primeiro contato do G1 com a Riva, no final de 2011, na China, a primeira impressão foi positiva. A ressalva havia ficado por contas dos pneus que não mostraram comportamento desejado, principalmente nas curvas.
Paineis de CG, Riva e YBR (Foto: Caio Kenji / G1)
Na ocasião, a moto tendia a inclinar muito rápido nas curvas e a aderência dos pneus CST chineses não mostrou-se muito eficaz. Já a versão avaliada no Brasil conta com os pneus Pirelli, o mesmo que sai de série com a moto, e as mudanças foram nítidas. A sensação de “mergulhar de uma vez” foi minimizada, assim como a aderência ao solo melhorada. Tanto YBR (Pirelli) e CG (Levorin) também tiveram bom comportamento dos pneus.

Ao rodar com as motos pela cidade e até pequenos trechos de estrada ficou nítido que, em relação ao comportamento, as três motos possuem conjuntos bem estruturados. A grande surpresa ficou por conta da Riva que não se mostrou distante das japonesas, apesar de ainda haver um caminho a percorrer. Com motor de 150 cm³, a Dafra foi a que passou a impressão de ter motor mais forte, seguida de YBR e Fan.

O modelo da Honda tem propulsor bem “amarrado”, mesmo assim, CG e YBR ainda são mais suaves em seu funcionamento, em comparação com a Riva, que é mais barulhenta e menos linear. Em contrapartida, os engates de marchas da Fan são mais consistentes. Na Dafra, os encaixes do câmbio mostraram-se menos precisos, em algumas ocasiões, as marchas chegaram a escapar. Neste quesito, a YBR mostrou certa rigidez nas trocas, mas manteve a precisão.

Ergonomia
Ao subir na CG fica nítido que a proposta da moto e ser um veículo para enfrentar o trânsito pesado das grandes cidades. Seu conjunto é mais enxuto, o que gera mais facilidade para cortar o trânsito e também certo desconforto para os mais altos. Na sequência aparece a Riva e depois a YBR, a que proporciona mais espaço para o motociclista se encaixar e é a mais confortável. Para o garupa, a Riva é a pior disparado – existem pouca espuma no assento, as pernas ficam demasiadamente flexionadas e o acesso às alças é ruim.

CG transmite confiança (Foto: Caio Kenji / G1)
CG transmite confiança (Foto: Caio Kenji / G1)
CG e YBR mostram conjuntos adequados para o transporte do passageiro, mesmo que não sejam extremamente confortáveis. As suspensões das três motocicletas estão bem adaptadas para a cidade, o que não é surpresa nenhuma para os modelos de Yamaha e Honda, já “velhos de guerra” nas ruas das grandes cidades brasileiras. A Riva também vai bem, mas os amortecedores são mais moles e transmitem menos estabilidade.

Se as japonesas ganham na suspensão, nas frenagens, o disco dianteiro da Riva faz a moto ser superior com acionamento mais contundente do sistema. YBR e CG, nas versões avaliadas, fazem uso do arcaico sistema a tambor no trem dianteiro, o que exige mais força no momento de parar e menor eficácia em casos de urgência. Na traseira, todas possuem freio a tamborHonda; CG; 125; Fan; Dafra; Riva; 150; Yamaha; YBR; 125; Factor; Comparativo; titan; teste; avaliação (Foto: G1)  Conclusão
Sempre que se fala de motos de origem chinesa no Brasil existe certo preconceito por parte dos consumidores. A Riva chegou para quebrar este paradigma e mostrou que seu conjunto pode brigar com as rivais das tradicionais marcas japonesas. Com grandes atrativos de preço, equipamentos e mesmo desempenho, o modelo da Dafra é o que apresenta melhor custo-benefício. Mesmo assim, os modelos de Honda e Yamaha ainda transmitem mais rigidez de conjunto.
Em curvas, trocas de marchas e superação de buracos nas vias, a 150 da Dafra ainda apresenta mais vulnerabilidade que as concorrentes, com mais torções do chassi. Apesar do comportamento bom, a Riva mostrou que precisa de alguns ajustes para alcançar a linearidade e estabilidade de YBR e CG e ainda resta saber como será a durabilidade da motocicleta. Em contrapartida, Factor e, principalmente a CG 125, sentem o peso da idade e precisam urgente de modernidade.
YBR tem o melhor conjunto (Foto: Caio Kenji / G1)
YBR tem o melhor conjunto (Foto: Caio Kenji / G1)
A Fan faz valer de sua confiabilidade para continuar a mais vendida, mas seu conjunto é simples demais – vide o painel e os punhos do guidão. Já a Factor faz uso dos mesmos artifícios da Honda e ganha por ter um pouco mais de sofisticação e oferecer conjunto confortável e eficaz.